Altos do Montreal
O Jardim Montreal está vivendo um momentos ímpar, com recentes investimentos na infraestrutura viária local e do entorno. A região abriga um dos polos comerciais e de serviços mais movimentados da cidade, tendo como âncora o Shopping Catuaí Maringá, sendo recentemente palco de duas intervenções que, juntas, prometem mudar a mobilidade, a estrutura e a valorização da área.

JÁ SABE QUAL É A BOLA DA VEZ?
Altos do Montreal é, definitivamente, a próxima grande região de crescimento de Maringá.
Se você mora, trabalha, frequenta ou está em busca de uma área e informações para realizar um investimento sólido, venha conosco para entender o que está acontecendo na região do Jardim Montreal. Vamos falar sobre o que já foi entregue, as novidades que estão por vir que juntas, irão criar um ambiente de altíssimo potencial de valorização, podendo até mesmo ser visualizada como um dos eixos mais estratégicos de todo o Noroeste do Paraná.
Investimentos públicos em novas vias e em grandes obras de mobilidade, bem como novos empreendimentos privados que garantem a chegada expressiva de comércios e serviços, formam um ciclo de transformação completa da região. E, que de forma natural, criam-se novas oportunidades de valorização, e o Altos do Montreal está exatamente neste momento.
Sim, trata-se também de uma região que já faz parte da cidade, que já conta com uma das melhores estruturas comerciais de Maringá em virtude da proximidade com o Shopping Catuaí Maringá, porém, esta mesma região permaneceu por muito tempo à espera de um novo ciclo de desenvolvimento, e que recentemente deu-se início ao processo de mudança.
Com a entrega do novo Trevo do Catuaí, a recente licitação da primeira fase de duplicação da Avenida Pioneiro João Pereira, a liberação da construção da primeira etapa do futuro Contorno Sul Metropolitano, juntamente com a recente declaração de municipalização da Avenida Colombo, são algumas das ações governamentais que afetaram diretamente a reestruturação da região, e que podem inclusive, terem influenciado na chegada de grandes projetos imobiliários, cravando de forma definitiva o bairro como o centro da nova fase de crescimento imobiliário de Maringá, pois quando infraestrutura, investimentos e novos moradores se encontram, o potencial de uma região muda de patamar.
Fato é que foi exatamente este mesmo movimento que ajudou na transformação de outras regiões da cidade, como o Euro Garden e o Cidade Aruna, e que agora começa a ganhar força no entorno do Catuaí, fazendo do Altos do Montreal não mais uma promessa de futuro, mas sim uma região consolidada que começa a revelar o seu verdadeiro potencial.
O novo Trevo do Catuaí já é realidade

Entregue em 05/03/2026 pelo Governo do Paraná, com
investimento total de R$ 50,2 milhões, o novo Trevo do Catuaí representa um
importante avanço para a infraestrutura, mas também um significativo impulsionamento na mobilidade, e por inércia, impactando positivamente no desenvolvimento de toda a região.
A nova estrutura substituiu a antiga interseção da BR-376
por um sistema em desnível, com novas passagens, passarelas, vias marginais,
ciclovias, calçadas, iluminação e melhorias de segurança viária, proporcionando
mais fluidez ao trânsito e facilidade de acesso ao entorno do Shopping Catuaí e
às principais vias da região. Mais do que uma melhoria viária, a obra reforça o processo
de transformação e crescimento da região norte de Maringá, ampliando sua
integração com a cidade e criando condições favoráveis para novos
investimentos, comércio, serviços e empreendimentos imobiliários. A infraestrutura que chega hoje, é a valorização que se constrói
para o futuro.
A entrega foi feita pelo então governador do estado, Ratinho Junior. Segundo o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Sandro Alex: "a obra resolve um gargalo importante em um dos acessos mais utilizados por quem chega a Maringá pela região Noroeste, tanto moradores da cidade quanto o fluxo regional de quem vem de municípios vizinhos para consumir, trabalhar ou visitar o Shopping Catuaí e o comércio do entorno".
Duplicação Av. João Pereira
A tão aguardada duplicação da Avenida João Pereira acontecerá em etapas, mais precisamente três delas, todas bem distintas pois acontecerão de forma progressiva e complementar. A fase 1 se dará ao contemplar o trecho entre a Avenida Colombo e a Rua Henrique Bim, além do prolongamento da Rua Garça, entre a Rua Marcello Emerson Franchini e a própria Avenida Pioneiro João Pereira.
Esta primeira etapa terá intervenções em uma extensão de 1.355,78 metros, com investimento de R$ 8.785.950,86, viabilizado por meio de convênio com o Governo do Estado, via Paranacidade. De forma direta, a obra amplia a capacidade viária da região, melhorara a mobilidade urbana e proporciona mais segurança para motoristas, ciclistas e pedestres, e terá o prazo de 240 dias ficar pronta.

A prefeitura de Maringá divulgou recentemente todos estes dados e informações, como também, já realizou a licitação da 1ª etapa da duplicação total da João Pereira, como pode ser conferido neste link.
As futuras fases 2 e 3 da obra, contemplarão respectivamente os trecho entre a Rua Henrique Bim até a Avenida Alziro Zarur, e da Avenida Alziro Zarur até a Avenida Pintassilgo. Mesmo tendo a separação em fases/etapas, fato é que trata-se de uma obra esperada pela comunidade maringaense há mais de uma década, que tem hoje como praticamente única alternativa de deslocamento entre o centro e a zona norte a avenida Mandacaru, os habitantes da vizinhança aspiram estas obras a tempos apenas com o objetivo de uma melhora nas condições locais de moradia e locomoção.
Vale contextualizar que a abertura e duplicação da Avenida João Pereira não é uma pauta nova. A primeira licitação para pavimentar o trecho foi em 2013, ainda na gestão do então prefeito Roberto Pupin, com recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). As obras chegaram a começar em 2015, mas o contrato foi cancelado em 2018, na gestão seguinte, por necessidade de readequação do projeto, e a via ficou anos com o asfalto interrompido na altura do Conjunto Ney Braga, sem previsão de conclusão. Mas este problema é resolvido com o projeto atual, agora tecnicamente reformulado e com financiamento garantido.
A fase 1 da duplicação da Avenida Pioneiro João Pereira, seguindo o edital de licitação nº 327/2026, na modalidade concorrência, e processo nº PNCP-76282656000106-1-000535-2026, foi publicado em 21 de julho de 2026 no Portal da Transparência, com sessão pública de recebimento de propostas marcada para 6 de agosto. O investimento previsto é de R$ 8.785.950,86, viabilizado por convênio entre a Secretaria das Cidades (Sedic) do Estado e o Paranacidade. A empresa vencedora terá oito meses de prazo para concluir a obra, que será executada em lote único, começando pelos serviços de terraplenagem e drenagem.
Contudo, este aporte deve ser somado a um compromisso maior: em visita a Maringá, o secretário de Estado das Cidades, Guto Silva, já havia garantido R$ 15 milhões do Governo do Paraná para viabilizar as obras da Avenida João Pereira e o prolongamento da Avenida Alziro Zarur, ambos projetos protocolados pela Prefeitura junto ao Paranacidade.

No processo de viabilização, as desapropriações exigiram um esforço mais intenso, até que fosse possível deixar o caminho livre para a obra. Fato é que para viabilizar o alargamento das duas vias, a Prefeitura precisou desapropriar áreas particulares, como abordado no decreto municipal nº 1.066/2025, onde foi declarado como de utilidade pública, um total de 14 faixas de terra, sendo a maior parte das negociações concluída de forma amigável, com apenas duas áreas foram discutidas judicialmente e, ambas, resultaram em uma decisão favorável ao município e à concessão de liminar de imissão na posse, o que já permite o avanço da obra, como explica o vereador Ângelo Salgueiro (Pode) em entrevista à CBN, no dia 20 de julho.
A primeira etapa irá abranger o trecho entre a Avenida Colombo e a Rua Henrique Bim, além do prolongamento da Rua Garça, entre a Rua Marcello Emerson Franchini e a própria Avenida João Pereira, resultando em uma extensão total de 1.355,78 metros e cerca de 27,8 mil m² de área de intervenção, sendo aproximadamente 16,7 mil m² de pavimentação, 8,9 mil m² de calçadas e 2,2 mil m² de ciclovia.
A região beneficiada ultrapassa o Jardim Montreal, a Gleba Patrimônio Maringá, e até mesmo as proximidades do Parque Industrial Bandeirantes. De forma literal o projeto inclui:
- Duplicação completa da avenida, com pavimentação em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ);
- Prolongamento da Rua Garça, ampliando as opções de acesso e escoamento de tráfego;
- Terraplenagem e implantação de galerias de drenagem pluvial;
- Ciclovia no canteiro central;
- Calçadas acessíveis;
- Sinalização horizontal e vertical, arborização urbana e iluminação pública;
- Remanejamento das redes da Copel e da Sanepar.

asd